Falei ontem sobre as pessoas que vão ficar aí para sempre, para semente, como se costuma dizer. Confesso, entretanto, que me esqueci de alguns, não simples indivíduos como falei antes, mas de duas classes de pessoas que vão continuar vivas e ativas muito depois de eu morrer: os pracinhas da FEB e os sobreviventes do holocausto.
É ou não é? Domingo à noite, você voltou de seu passeio com a patroa e, talvez, as crianças, senta à frente da TV para tirar os sapatos e lá está, em algum jornal de domingo, antes do filme do Charles Bronson (Desejo de Matar 1000, onde ele irá vingar seu cachorro, já que toda a sua família e amigos já foram mortos nos Desejos de Matar 1-999) ou do Dirty Harry (velhos tempos), antes dos gols da rodada, lá está alguma reportagem sobre os sobreviventes do holocausto. Pessoas que estiveram num campo de concentração e continuam ali, firmes e fortes. Eu acho o seguinte, acho que não tem mais nenhum, acho que aqueles são todos atores contratados e acho que ninguém se dá conta. Não sei não... Pensando bem, talvez essas pessoas que sobreviveram a todas as privações, todos os perigos, todos os viéses de um campo de concentração sejam imortais mesmo, nunca se sabe...
Outros que nunca deixam de aparecer são eles: os pracinhas da Força Expedicionária Brasileira, que lutaram na segunda guerra mundial. Todo o sete de setembro lá estão eles, desfilando compenetrados, marchando, sendo aplaudidos e tudo o mais. Tá lá no wikipedia, a FEB foi constituída em 1943, desembarcou na Itália em 44 e conquistou o Monte Castelo em 45. De sua formação já fazem sessenta e quatro anos! Ou seja, se os pracinhas tinham em média vinte anos, atualmente eles têm oitenta e quatro! Oitenta e quatro no mínimo! Para mim a questão está resolvida, o exercíto nacional deve recrutar alguns velhinhos em asilos, fardá-los e botá-los a marchar, essa é a única explicação possível.
Pretendo ser pai um dia, posso apostar que meus filhos verão alguns pracinhas da FEB e alguns sobreviventes do holocausto, talvez os filhos deles, quem sabe...
É ou não é? Domingo à noite, você voltou de seu passeio com a patroa e, talvez, as crianças, senta à frente da TV para tirar os sapatos e lá está, em algum jornal de domingo, antes do filme do Charles Bronson (Desejo de Matar 1000, onde ele irá vingar seu cachorro, já que toda a sua família e amigos já foram mortos nos Desejos de Matar 1-999) ou do Dirty Harry (velhos tempos), antes dos gols da rodada, lá está alguma reportagem sobre os sobreviventes do holocausto. Pessoas que estiveram num campo de concentração e continuam ali, firmes e fortes. Eu acho o seguinte, acho que não tem mais nenhum, acho que aqueles são todos atores contratados e acho que ninguém se dá conta. Não sei não... Pensando bem, talvez essas pessoas que sobreviveram a todas as privações, todos os perigos, todos os viéses de um campo de concentração sejam imortais mesmo, nunca se sabe...
Outros que nunca deixam de aparecer são eles: os pracinhas da Força Expedicionária Brasileira, que lutaram na segunda guerra mundial. Todo o sete de setembro lá estão eles, desfilando compenetrados, marchando, sendo aplaudidos e tudo o mais. Tá lá no wikipedia, a FEB foi constituída em 1943, desembarcou na Itália em 44 e conquistou o Monte Castelo em 45. De sua formação já fazem sessenta e quatro anos! Ou seja, se os pracinhas tinham em média vinte anos, atualmente eles têm oitenta e quatro! Oitenta e quatro no mínimo! Para mim a questão está resolvida, o exercíto nacional deve recrutar alguns velhinhos em asilos, fardá-los e botá-los a marchar, essa é a única explicação possível.
Pretendo ser pai um dia, posso apostar que meus filhos verão alguns pracinhas da FEB e alguns sobreviventes do holocausto, talvez os filhos deles, quem sabe...

Um comentário:
quando eu era criança eu já achava que o velhinho da FEB já estavam velhos demais. Em Pelotas tinha uns 4 deles que caminhavam na frente do desfile.
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