Pobre da nossa amada Língua Portuguesa dos tempos da professorinha e do colégio! O popular Português ou, como é conhecido intimamente, Brasileiro sofre! Eu mesmo devo fazer o rapaz (talvez já senhor visto que línguas envelhecem e morrem (vide Latim)) sofrer aqui neste blog, admito, não o conheço como gostaria, não o conheço como merece, porém eu tento, porém eu me esforço. Ele é genioso esse senhor, cheio de manhas e manias. Nada parecido com o jovial sutil e simplório Inglês que todos acham muito chique, mas que é bastantíssimo simples. Vejam bem, o pobre Saxão não tem nem acento gráfico e, portanto, nem proparoxítonas! Nunca poderia dizer bastantinho, bastantão ou bastantíssimo, não com uma palavra só e um grupinho de sufixos... Pobre Inglês simplório, pobre Português, incompreendido...
Mas não era isso que eu queria falar, não apenas isso, quer dizer, era isso, mas era mais a respeito de cartazes que eu vejo espalharam-se por várias cidades no país, pelo menos as cidades que ando visitando, cartazes que maltratam o pobre do Português, o coitadinho... Esses cartazes, você já viu, dizem assim: "Lava Jato". Ora leitoras e leitores, todo mundo sabe que os rapazes que ali estão nesses estabelecimentos os quais afirmam se dedicar à atividade de lavar jatos, eles lavam carros na verdade! Não adianta vir um engraçadinho e dizer que os carros são muito rápidos atualmente e coisa e tal... Eu sempre fico imaginando a situação: o rapaz ali atônito, olhando para cima, meio nervoso, coçando a cabeça para disfarçar enquanto um Harrier (saca Harrier? Aquele avião que pousa e decola na vertical, aquele que o Scharze pilota naquele filme, o True Lies) pousa ao lado dele, o piloto salta fora do cockpit, joga as chaves para o rapaz (suponha que avião tem chaves) e manda caprichar na cera. Aí sim, aí teríamos um lava jato, lava jatos se ele gostasse do serviço e trouxesse o Tom Cruise também, imagine, a música do Top Gun rolando e o lavador ali feliz da vida, agora sim eu trabalho num lava jatos!
Não é isso, entretanto, que pobres pessoas querem dizer com os cartazes. Eles apenas querem afirmar que lavarão seu fusquinha muito rapidamente, ou seja, à jato! Lava à jato! Aí está! Dessa forma, se você tem o raciocínio lento ou é um estrangeiro que está recém aprendendo a Língua Portuguesa (ou o Brasileiro se preferir) e nunca tinha entendido muito bem como aviões a jato ou qualquer outra espécie de jatos seriam ali lavados ou ainda, vivia pensando se existe uma demanda grande assim por estabelecimentos que lavem jatos tão longe do aeroporto, acalme-se, não era nada disso. Era apenas alguém, como se diz coloquialmente, assassinando o Português. Atentem então professorinhas (ou professorazinhas), professoras e professoronas de todo o país, assim como professorezinhos, professores e professorões (lembre-se, o Inglês nunca poderia reproduzir isso seis palavras diferente para seis tamanhos diferentes) de todo o país, eu lembro que sempre me falaram que o correto era cabeleireira, com os dois "is", isso deve ter funcionado, desde criança não vejo um cabelereira com um "i" só...
Mas não era isso que eu queria falar, não apenas isso, quer dizer, era isso, mas era mais a respeito de cartazes que eu vejo espalharam-se por várias cidades no país, pelo menos as cidades que ando visitando, cartazes que maltratam o pobre do Português, o coitadinho... Esses cartazes, você já viu, dizem assim: "Lava Jato". Ora leitoras e leitores, todo mundo sabe que os rapazes que ali estão nesses estabelecimentos os quais afirmam se dedicar à atividade de lavar jatos, eles lavam carros na verdade! Não adianta vir um engraçadinho e dizer que os carros são muito rápidos atualmente e coisa e tal... Eu sempre fico imaginando a situação: o rapaz ali atônito, olhando para cima, meio nervoso, coçando a cabeça para disfarçar enquanto um Harrier (saca Harrier? Aquele avião que pousa e decola na vertical, aquele que o Scharze pilota naquele filme, o True Lies) pousa ao lado dele, o piloto salta fora do cockpit, joga as chaves para o rapaz (suponha que avião tem chaves) e manda caprichar na cera. Aí sim, aí teríamos um lava jato, lava jatos se ele gostasse do serviço e trouxesse o Tom Cruise também, imagine, a música do Top Gun rolando e o lavador ali feliz da vida, agora sim eu trabalho num lava jatos!
Não é isso, entretanto, que pobres pessoas querem dizer com os cartazes. Eles apenas querem afirmar que lavarão seu fusquinha muito rapidamente, ou seja, à jato! Lava à jato! Aí está! Dessa forma, se você tem o raciocínio lento ou é um estrangeiro que está recém aprendendo a Língua Portuguesa (ou o Brasileiro se preferir) e nunca tinha entendido muito bem como aviões a jato ou qualquer outra espécie de jatos seriam ali lavados ou ainda, vivia pensando se existe uma demanda grande assim por estabelecimentos que lavem jatos tão longe do aeroporto, acalme-se, não era nada disso. Era apenas alguém, como se diz coloquialmente, assassinando o Português. Atentem então professorinhas (ou professorazinhas), professoras e professoronas de todo o país, assim como professorezinhos, professores e professorões (lembre-se, o Inglês nunca poderia reproduzir isso seis palavras diferente para seis tamanhos diferentes) de todo o país, eu lembro que sempre me falaram que o correto era cabeleireira, com os dois "is", isso deve ter funcionado, desde criança não vejo um cabelereira com um "i" só...
