Estive viajando novamente, dessa vez para o interior de Minas Gerais. Ir do interior da Bahia para o interior de Minas significa passar por São Paulo, significa conexões, significa muitos pousos, muitas decolagens e muito tempo em aeroportos. Passar muito tempo em um aeroporto pode ser uma chatice, mas pode ser também uma boa oportunidade de observar os tipos que por lá circulam.
Ainda há pouco tempo atrás voar era "um evento". Quem voava era quem tinha dinheiro, muito. Então voar era com os pássaros e com os digamos, chiques. Até que as passagens começaram a ficar mais baratas e o povão (talvez nem tanto) teve acesso aos prazeres da aviação comercial. Entretanto ficou uma espécie de eco daqueles tempos, você pode notar.
Cheguei no aeroporto de Salvador às 2h30min da manhã (é claro) e fui procurar um lugar para sentar e ler um pouco. Havia um certo movimento e coisa e tal, alguns dormindo, outros sentados, alguns passando, mas passaram por mim dois sujeitos de óculos escuros. Óculos escuros? Sim, às duas da manhã, dentro do aeroporto. Um deles, notei, carregava um violão. Na mesma hora eu pensei, devem ser alguns dos pseudo-famosos nacionais, mas não reconheci ninguém. Mais tarde eu concluí que os mesmos eram músicos da Leci Brandão, já que as vi junto com a mesma. Então está explicado, artista é artista pô, eles têm olhos mais sensíveis e tals. Têm que se proteger dos "flashes" das câmeras e tals, não podem andar ali no aeroporto como simples mortais sem óculos escuros.
Além dos artistas eu pude notar mais algumas pessoas que, eu tenho certeza, se vestiram para voar. Saca se vestir para voar? Tu pode notar que ela está com uma "roupitcha" especial, óculos escuros, talvez uma echarpe, botas, botas são importantes. É engraçado. Tudo um eco, tudo um eco de épocas passadas onde voar era chique e, tal qual uma festa chique, exigia um traje não casual, nem "esporte fino", mas algo assim mais "cheguei", um vestido, smoking, maquiagem, alguma coisa que combine com a barrinha de cereais que vão te dar lá dentro do avião.
Ainda há pouco tempo atrás voar era "um evento". Quem voava era quem tinha dinheiro, muito. Então voar era com os pássaros e com os digamos, chiques. Até que as passagens começaram a ficar mais baratas e o povão (talvez nem tanto) teve acesso aos prazeres da aviação comercial. Entretanto ficou uma espécie de eco daqueles tempos, você pode notar.
Cheguei no aeroporto de Salvador às 2h30min da manhã (é claro) e fui procurar um lugar para sentar e ler um pouco. Havia um certo movimento e coisa e tal, alguns dormindo, outros sentados, alguns passando, mas passaram por mim dois sujeitos de óculos escuros. Óculos escuros? Sim, às duas da manhã, dentro do aeroporto. Um deles, notei, carregava um violão. Na mesma hora eu pensei, devem ser alguns dos pseudo-famosos nacionais, mas não reconheci ninguém. Mais tarde eu concluí que os mesmos eram músicos da Leci Brandão, já que as vi junto com a mesma. Então está explicado, artista é artista pô, eles têm olhos mais sensíveis e tals. Têm que se proteger dos "flashes" das câmeras e tals, não podem andar ali no aeroporto como simples mortais sem óculos escuros.
Além dos artistas eu pude notar mais algumas pessoas que, eu tenho certeza, se vestiram para voar. Saca se vestir para voar? Tu pode notar que ela está com uma "roupitcha" especial, óculos escuros, talvez uma echarpe, botas, botas são importantes. É engraçado. Tudo um eco, tudo um eco de épocas passadas onde voar era chique e, tal qual uma festa chique, exigia um traje não casual, nem "esporte fino", mas algo assim mais "cheguei", um vestido, smoking, maquiagem, alguma coisa que combine com a barrinha de cereais que vão te dar lá dentro do avião.

2 comentários:
Este post me deu uma saudade de conversar com vocês!!!! De sentar em um shopping e ficar comentando sobre o povo que passa...
Saudades dos nossos papos em cinco!
Adoramos "The Big Bang Theory", e vocês??? Aposto que também.
Beijos para os dois e para as gurias.
To com a Sandra. A gente anda pelo mundo, faz novos amigos, voa daqui pra lá. É preciso voar? Claro, mas o principal é o encontro com quem a gente gosta.
Amigos, parentes, filhos...
Mas, afora isto, parabens pelo post. E se resolveres escrever um livro, quero ser o primeiro a recebê-lo, autografado.
Abraços, gente boa
Postar um comentário